Primeira coluna de autores convidados, texto por Stephanie Roque O rádio do carro demorou para sintonizar no programa que alerta os motoristas sobre o trânsito, e por isso, fiquei preso num congestionamento de volta pra casa. Fiquei tempo suficiente para contar as moedas que estavam guardadas no carro, separar as contas e ler um capítulo do livro que um rapaz do trabalho me emprestou. Quando cheguei em casa, deparei-me com Rita sentada nas escadas, com fones de ouvido, lendo um livro. Ela já estava de pijamas, mas continuava linda. Seus cabelos estavam trançados e seus olhos castanhos-claros se ergueram ao Continue lendo

Também publicado no blog Malvadezas.com Assim, eu to bem sem saber o que fazer. Eu to com uma olheira marcada há dias, bem mais que o normal, e é por não dormir direito pensando na porra da vida. Vem cá, me diz aí, você que tem foco: cê sempre teve? Cê nasceu sabendo o que queria pra vida inteira? Conta pra mim porque olha. Aqui quem fala é uma pessoa que com 17 anos meteu uma graduação de produção audiovisual – cega pela paixão por cinema – e viu que o curso não era lá grandes coisas, daí com 19 Continue lendo

Não, este post não é sobre gramática nem tão pouco sobre o ponto usado para caracterizar o personagem Charada do Batman. Não é o sobre estreia de filme e também não é o nome de alguma banda que descobri recentemente. É um pouco mais do que isso. Ou menos? Acho que diante das circuntâncias tanto faz. Na verdade há algum tempo noto alguns pontos de interrogação martelando em minha cabeça. Até a falta deles faz com que apareçam outros e outros. O que fazer? Como agir? O que procurar? Ir ou não? O que eu quero? Espero um pouco mais? Continue lendo