05.08.2011

Sexta-feira, noite fria. Ela estava ali, sozinha no enorme sofá recostada em algumas almofadas atrás de sua cabeça. Havia uma luz que iluminava o seu rosto. Era a TV com o filme chato. Chato e que ela já tinha assistido. Não importava. O filme era uma distração pro momento. Era pra se livrar daquele momento. Tudo parecia vazio; vazio e estranho, e calmo demais, e… Ela não queria estar ali, mas não tinha pra onde ir. O filme era a sua fuga mais próxima. O sono chega. As pálpebras pesam. O pescoço tomba. O telefone toca. Num susto, meio zonza Continue lendo