09.09.2013

Deitei, eram 22h10. Peguei o livro no criado-mudo, o marcador não estava nem perto da metade. Abro, página 81: “Florence entrou na sala de jantar: – Boa noite – disse (…)” Boa noite. As letras começam a se distanciar, as palavras perdem o sentido. Leio a frase, mas que frase? Não existe mais pontuação. Preciso cumprir toda a lista de tarefas do trabalho. Metas. Prazos. Hum, que vontade de comer aquele mesmo doce que comi ontem no almoço. Não posso esquecer de comprar o presente de aniversário da Fulana, é semana que vem. Que merda, esqueci de dar parabéns pro Continue lendo

Olha, gente, não sei muita coisa sobre o móvel, mas era o que eu precisava hoje. Parece uma bolha de livros, você deita confortavelmente, esquece o mundo e lê o que quiser bem de boas. Pelo que entendi não tem perigo de sair rolando feito idiota porque é fixo, além de ter sistema elétrico, ou seja, luzinhas aconchegantes pra ler no escuro. Vi no Etsy porque eu fuço pouco e nem sei como caí nesse negócio. Probleminha é que custa 9.500 dólares, mas mesmo assim adicionei nos meus produtos favoritos porque né, vai saber.

Eu, minhas andanças pelo Flickr e as nossas descobertas. Descobri Lissy Elle, uma fotógrafa que trabalha essencialmente o lado criativo. É a fotografia como arte mesmo, sabe? Ideias malucas, composições formidáveis e tratamentos caprichados – tudo de acordo com o intuito. Sempre amei este tipo de fotografia, é a que eu mais gosto, por ser simples ao mesmo tempo que diferenciada. Acho foda por ter toda uma relação de essência, onde não adianta só achar o trabalho bonito e pronto, não, é preciso entender o que se passa por trás daquilo e o que o fotógrafo/artista quis dizer. Um dos Continue lendo