gosto da noite de encará-la sentir e cheirar o escuro é como se eu tentasse me encontrar não saber onde é o começo onde é o fim pela janela nada vejo nem irei ou poderei vovó bem dizia “se quiser ver uma coisa, terá que ver tudo” nunca me esqueci passa o tempo e ainda lembro só não descobri de quem é esse par de olhos amarelos que insiste em me engolir todas as noites antes de dormir