São Paulo esteve cinza Cinza o Carnaval todo E, justo hoje, o dia foi não fez jus ao nome O sol surgiu e o céu clareou O calor clareou O meu Carnaval não teve samba, não teve pandeiro e muito menos bateria Teve rock, pizza e cinema quase todo dia Não teve confete ou serpentina E sim, visitas, confidências, abraços apertados e família Sem viagem ou uma grande feijoada Fiquei com churrasco, chocolate, bala de goma, hamburguer e banana caramelada Pés entrelaços embaixo de endredons Me diz como poderia ser melhor É um dom As escolas desfilaram Eu não Eu Continue lendo

Sim, definitivamente, ele é. Sempre foi e sempre será. Não é nada difícil de encontrar, esse “grito” se espalhou como um verdadeiro viral pela cidade. Me surpreendi logo de cara pela pontuação, a ênfase na porra. Mas por que uma frase pichada em muros e paredes me tocaria tanto desse jeito? Entendi que essa revolta não fazia parte só do autor, é um sentimento meu, seu, nosso, do mundo –eu assim espero. O verbo amar ficou muito pop Oi, agora eu sei seu nome, adorei seu cabelo e eu te amo, tá? Ele perdeu a essência, ninguém pensa mais antes Continue lendo