Às vezes, o que a gente precisa é andar sem rumo pela noite, com passos descompassados sob a luz do luar e uma boa música pra botar as ideias no lugar.

Mas me diga, seu moço Há de se lembrar Que hoje temos um encontro E como prometido Virá me buscar Volta aqui, seu moço Não adianta assim se apressar Que o mundo é uma correria Daqui a pouco é meia noite De repente tudo sai do lugar O que há de novo, seu moço Que está com essa cara de quem vive a sonhar São tantos contratempos Dúvidas, falácias e empecilhos Que não poderá mais chegar? Oh sim, eu entendo, seu moço Tudo bem, com o tempo vai melhorar Sei o que é isso que assola e te vira do Continue lendo

24.10.2012

Neil Young – Heart of Gold Essa vida é curta Curta de tempo, curta de distância Bem curta Curta, curtinha, encurtada Passa num sopro Meio fio Para que eu vou descer do carro Quero ir a pé Andar na chuva Molhar os sapatos Sentir o vento penetrar na minha alma Procurar por corações de ouro como o Neil Young canta E bater com a cara no muro quando pensar que encontrei algum A incerteza é que me move, que me tira do lugar Incógnita, inconstância, indiferença, incoerência Não me espera pra jantar Eu posso demorar Aproveitar o tempo que ainda Continue lendo

Hoje comecei o dia disposta a não pensar no dia de hoje. Hoje, hoje. Eu tenho uma coisa com números, sabe. Eu gravo datas, guardo todas num baú fundo e escondido, pra não encontrar, e, caso eu o encontre, pra não alcançar as lembranças que lá estão. Mas não é sempre que eu consigo. Infelizmente. O baú me surgiu hoje, idiotamente ele surgiu. Eu fechei os olhos por um instante e ele me fez reviver tudo àquilo que, em vão, eu tentei esconder. Dias ímpares passam. Dias pares passam. Dias e dias passam. E eu aqui. Aqui estou eu mais Continue lendo

Era um tempo Àquelas rosas azuis Céu cor de rosa O cheiro do vento Suas cartas cantadas E seus sorrisos falados Os minutos fizeram-se eternos Ah, tudo tem seu tempo Agora você me pede pra ficar Seus olhos me pedem para esperar Aonde tudo isso vai dar? Eu já decidi, vou esperar De um jeito ou de outro Porque eu sei que é assim Tanto pra você quanto pra mim Mas eu também peço Que não se demore muito Afinal, a gente não sabe ao certo Quanto tempo ainda tem Adriana Cecchi

  O tempo passa; passa e tudo volta pro lugar. Mentira, volta nada! Quem disse que voltava? A gente troca as pessoas e as coisas de posição, muda as preferências, mas, no geral, nada volta de onde saiu. O que é pra ser, fica e, não podemos adivinhar quando, será. Será um dia, quem sabe, dê tempo ao tempo. E quem tem paciência pra isso? Nunca achei que esperar desse certo, ou você tenta tudo ou você pega e vai embora. Arrisca ou desiste. Não, não dá pra ser tão literal, 8 ou 80 aqui não funciona, pelo contrário, machuca Continue lendo

Relógio com ar de sarcástico, tira uma com a sua cara quando te lembra que a vida é curta e que cada minuto pode ser o último, esse é o O Last Laugh – a última risada. Criado pelo comediante William Andrews, o relógio é uma caveira muito louca e a hora é marcada nos seus dentinhos. A embalagem também é so special desenvolvida pela designer Hannah Davies. Site da loja: Mr. Jones Watches Last Laught em ação: [vimeo video=16656364 ]