29.08.2011

Já era tarde, o sono não chegava, mas era preciso dormir. Tentar, ao menos. Apaguei a luz, desliguei o notebook, uma última olhada no celular e, pronto, deitei. Algumas coisas sempre incomodam, então lá vou eu ajeitar as cobertas e trocar a posição dos travesseiros até encontrar a perfeição. Parece que a perfeição não quer se encontrada, até as meias estão esquentando demais, tiro-as e penso: agora sim. Uma mão por baixo do travesseiro dobrado e o corpo automaticamente vai se recolhendo, as pernas dobram, os joelhos sobem e o outro braço fica perdido naquele meio. Os olhos fechados por Continue lendo